segunda-feira, 19 de março de 2012

Mulheres do Hip Hop brasileiro: Jéssica Balbino



    

"Em meio a tantas armas que eles podem escolher no jogo real do “matar ou morrer”, o hip-hop escolhe a maior de todas as armas: a cultura. Uma cultura marginal, mas que não é propriedade dos grandes, não é da elite nem da burguesia. É a cultura de quem foi capaz de criá-la e levá-la adiante. É a cultura das ruas, do povo” (Jéssica Balbino)


Segue o release de uma referência jenuína no trabalho pelo Hip Hop nacional. Jéssica Balbino, é jornalista e escritora, nasceu e vive em Poços de Caldas, mas permanece antenada com o que acontece pelas periferias do Brasil. O primeiro livro foi escrito com sua parceira Anita Motta,“Hip-Hop – A Cultura Marginal”. Ela também participou da coletânea “Suburbano Convicto – Pelas Periferias do Brasil”, organizado por Alessandro Buzo em 2007.



 “Em meio a tantas armas que eles podem escolher no jogo real do “matar ou morrer”, o hip hop escolhe a maior de todas as armas: a cultura. Uma cultura marginal, mas que não é propriedade dos grandes, não é da elite nem da burguesia. É a cultura de quem foi capaz de criá-la e levá-la adiante. É a cultura das ruas, do povo”. 
Jéssica Balbino.



Jéssica Balbino é blogueira, jornalista e escritora, autora dos livros “Hip-Hop – A Cultura Marginal” (independente, 2006) e “Traficando Conhecimento (Ed. Aeroplano, 2010). Humana, sonhadora e guerreira. Atualmente, trabalha num jornal diário, ministra oficinas e workshops sobre hip-hop, literatura periférica e cultura marginal. Lançou e mantém, em Poços de Caldas, projetos como o Cultura Marginal, com realização de vários eventos e atividades voltadas à cultura da periferia, bem como o projeto Leia (Literatura Amplificada), com a distribuição de livros e cultura nas periferias da cidade. 

Faz assessoria de imprensa para projetos ligados à literatura e também para artistas do hip-hop. É também repórter do portal de notícias Central Hip-Hop/Bocada Forte e do Portal RAP Nacional, além de ser colunista do blog Literatura Periférica. Integra ainda coletivos como o Hip-Hop Mulher e Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop (FNMH²). Participou de publicações como o livro “Pelas Periferias do Brasil – vol. 1” (2007), “Poesias para o trabalho” (2010), “Poetas do Sarau Suburbano Convicto – Ritmo e Poesia” (Ponteio,2011) e “Pode Pá que É Nóis que Tá” (Um por Todos, 2012). Em 2011, engajou-se com o grupo Inquérito no projeto/campanha “Um Brinde”, articulando quase 200 exibições do videoclipe de mesmo nome em todo país. Ajuda a produzir o documentário sobre regionalidades do rap “Cada Canto um Rap, Cada Rap U Canto”. É correspondente da revista virtual e do portal Viva Favela, além de manter o blog www.jessicabalbino.blogspot.com. Escreve para manter-se viva e para fazer vive aquilo que a mantém.



 

- Autora dos livros: Pode Pá Que É Nóis Que Tá (Um Por Todos, 2012), Poetas do Sarau Suburbano Convicto (Ponteio, 2011), Traficando Conhecimento (Ed. Aeroplano, 2010), Hip Hop – A Cultura Marginal (2006) e Suburbano Convicto – Pelas Periferias do Brasil (2007).

- Realizadora da campanha UM BRINDE, ao lado do grupo Inquérito, com abrangência nacional e internacional e exibição de videoclipe em mais de 200 pontos.

- Assessoria de Imprensa para o Grupo Inquérito com produção de pautas, envio de material a mídia especializada e convencional, produção de clipping, atualização das redes sociais, criação de planos de divulgação especiais (2010/2011)
(www.grupoinquerito.com.br).

- Participação no livro “Hip-Hop: Dentro do Movimento” de Alessandro Buzo (2011).

- Membro do Coletivo Hip-Hop Mulher e da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop.

- Integrante do projeto social Leia, com distribuição gratuita de livros a pessoas carentes em locais públicos.


REPORTAGENS:

A arte de reportar, que não se aprende na escola, nos livros, nas horas professorais. Em lugar algum. Vem de dentro para fora. Surge como um grito, uma lágrima, uma poesia, uma composição. Palavras que ganham corpo e se transformam em texto a partir das ações e dos efeitos que já produziram. Ser jornalista é entender o real significado da profissão, do que é ser cidadão e estar inserido no mundo. É mais que militar no contexto do hip-hop ou da literatura. É ajudar a construir, escrever, reportar e eternizar a nossa história, marcada por muitas afrontas, lutas e derrotas, mas, mesmo diante da sensação de impotência, sempre em busca da vitória. Aqui, neste campo, é possível clicar em algumas das reportagens que mais gostei de fazer. 

Tubarão Du Lixo, o garimpeiro das periferias
Um Adeus à Rainha do Rap
Escritor da periferia brasileira lança livro na Alemanha Twitcam: o rap entre o real e o virtual
Mães do Hip-Hop: o cotidiano das guerreiras
Foi…2011: Literatura Marginal Vestindo sons e estilos musicais
Ricardo Beatbox - O beatbox do interior de São Paulo "Hip-Hop: Dentro do Movimento" - Cultura ganha mais uma obra literária
Elo da Corrente: quatro anos de poesia do lado de lá da ponte
Elo da Corrente: Construções, problemas e resistência
Blogs impulsionam criação literária nas periferias
"Je suis favela": literatura marginal brasileira chega à França
Suburbano Convicto: Alessandro Buzo celebra 10 anos de carreira
A história das nossas vidas: por Crônica Mendes
A Rima Denuncia: a música e a poesia de GOG lançadas em livro
Literatura: Quilombo virtual
Produção refinada e atual marca novo trabalho do Inquérito
Sarau da Cooperifa comemora nove anos
Leopac - O chicote vai estralar com a rima sul-mineira
Rap com amor: lançamentos marcam o Dia dos Namorados
Shekinah Rap - "Rimas de Sangue"
MinC anuncia investimentos no hip-hop durante 2º Hip-Hop Mulher
Dia do MC: conheça como surgiu e foi parar nos TTs do Brasil
Festival #VaiSuldeMinas valoriza rap em Poços de Caldas
Vras77: uma nova forma de fazer clipes no RAP NACIONAL
Clipe Mister M é usado em oficina para moradores do Capão
Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop é lançada em Franco da Rocha (SP)
Batalha de Rimas revela talentos em Poços de Caldas
Negligência leva Dina Di a morte


VIVA FAVELA

Jéssica Balbino é correspondente do portal Viva Favela desde 2010. Participa das edições das revistas Viva Favela e colabora com o site, sempre atuando no campo do jornalismo cidadão, reportando os problemas da comunidade onde vive - em Poços de Caldas /MG, bem como reportando a arte, o hip-hop e a cultura das periferias. Clique aqui e tenha acesso as reportagens feitas para o Viva Favela A força do hip-hop que move o Moinho Intervenção artística, social, cultural e humana. Assim pode ser resumido – se é que existe um resumo de tudo que aconteceu na Favela do Moinho no último domingo. Realizar a cobertura do evento é bem mais do que fotografar, estar atenta a cada detalhe, gravar ou anotar entrevistas importantes ou reportar, no minuto seguinte, o que acabou de acontecer. É entender o real significado da profissão, do que é ser cidadão e estar inserido no mundo. É mais que militar no contexto do hip-hop ou da literatura. É ajudar a construir, escrever, reportar e eternizar a nossa história, marcada por muitas afrontas, lutas e derrotas, mas, mesmo diante da sensação de impotência, sempre em busca da vitória.

Mesclar a cultura popular, fazendo-a transitar por locais diferentes e improváveis é uma das tarefas mais recorrentes do hip-hop e a exemplo disso, na ultima sexta-feira (13 de janeiro), o grupo Inquérito visitou o Ponto de Cultura Caminhos, na cidade de Hortolândia, no interior de São Paulo. Clique aqui para ler a matéria completa Escritor da periferia brasileira lança livro na Alemanha A obra é um mosaico de várias histórias que abordam a problemática política e social da babilônia brasileira: a pobreza, o descaso e a violência policial. No entanto, o livro não limita-se ao “mais do mesmo”. Traz também tensões conjugais, emocionais. Tudo isso carregado de lirismo. Sem deixar de lado o cinismo.O trabalho tem prefácio de Marcelino Freire e orelha de Érica Peçanha. O projeto gráfico ficou por conta de Silvana Martins.

Clique aqui para ler a matéria completa Hip- hop como ferramenta de aprendizagem Bermuda larga, boné, tênis, camiseta e muita descontração. Assim é o professor de geografia do estudante Leansi Ettore, 16 anos, que cursa o 3º ano do Ensino Médio na cidade de Arthur Nogueira, interior de São Paulo. Depois de quase ter sido reprovado na disciplina numa outra escola – ele encontrou identificação com o professor e a matéria através da cultura hip hop. 

Morto há nove anos, ainda inspira muita gente, como é o caso de @RENAN_INQUERITO que em seu recém-lançado livro #PoucasPalavraspublicou a poesia "Respeito é pra quem tem", que foi publicada, originalmente, no jornal Ideia Quente, que o rapper fazia no início dos anos 2000. No livro, a poesia vem acompanhada de uma ilustração do graffiteiro Mundano. Clique aqui para ler a matéria completa Pacificação entre vizinhos: combate à violência no interior de Minas Gerais Conhecer cada vizinho e saber quem são os moradores de uma mesma rua se tornou uma lembrança antiga, mesmo em cidades do interior como Poços de Caldas; no entanto, um novo projeto entre a Polícia Militar e as comunidades de cada região da cidade pretende incentivar esse hábito. 

Sarau dos Mesquiteiros em Berlim – ALE presta solidariedade ao Pinheirinho Nesta quarta-feira, 25 de janeiro de 2012, a partir das 19h30h, aconteceo primeiro Sarau dos Mesquiteiros do ano. Com um "pequeno-grande" detalhe: será realizado na cidade de Berlim - Alemanha. Clique aqui para ler a matéria completa Documentário da MTV internacional tem trilha sonora de rapper cearense A canção "Batuque do Coração", do rapper nordestino Felipe Rima e faz parte da trilha sonora do documentário sobre Aids. O vídeo, batizado como "Viralistas" estreou em todo mundo no dia 1º de dezembro de 2011, quando é comemorado o Dia Mundial de Combate a Aids. 

Encontro musical de palavras Brasil – Nem mesmo o frio e a garoa da madrugada paulista o afugentam do vício. Nas costas, uma mochila pesada é a companhia para os mais de 15 quilômetros de caminhada pela zona sul de São Paulo. Essa rotina se repete toda vez que Moisés dos Santos, 30 anos, está de folga da padaria onde trabalha como pizzaiolo, e ainda de tarde, despede-se dos amigos virtuais e parte para uma maratona de ônibus e caminhadas rumo aos saraus – ou quilombo moderno.

Poços de Caldas, MG – Mesmo com dor de estômago, a adolescente Kawane Clícia Oliveira, 14 anos, não foi embora da aula. Quis aguardar a já anunciada visita da escritora Raquel de Souza para ganhar um exemplar do livro “Simplesmente Mara”. Clique aqui para ler a matéria completa Sérgio Vaz vence Prêmio Governador do Estado em três categorias São Paulo, SP - “Povo lindo, povo inteligente. É tudo nosso”. Esse é o coro, entoado , religiosamente, todas as quartas-feiras no Bar do Zé Batidão, na zona sul de São Paulo, onde acontece o Sarau da Cooperifa. Só que, nesta semana, ele foi antecipado para a terça-feira (24), quando o criador do sarau, o poeta Sérgio Vaz recebeu três troféus durante a entrega do Prêmio Governador do Estado 2011. Clique aqui para ler a matéria completa Renan Inquérito e Atitude Feminina homenageiam mulheres em videoclipe Com brincadeiras e surpresas, o vídeo mostra o respeito masculino que deve existir no hip-hop para com as mulheres que também fazem parte da cultura.

Renan Inquérito inicia turnê de lançamentos do #PoucasPalavras Após inovar, aventurar-se pelas letras e pela poesia concreta da literatura marginal e fazer um lançamento via twticam para todo Brasil, Renan Inquérito, que é poeta, rapper, compositor e geógrafo agora prepara uma turnê de lançamentos do livro #PoucasPalavrasBrasil afora. Clique aqui para ler a matéria completa Sonho ou pesadelo: casas pequenas demais e distante de tudo Poços de Caldas, MG – O sonho que virou pesadelo. Assim que alguns moradores do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) da Caixa Econômica Federal rotulam a moradia conquistada através do programa do governo. .

Mais um capítulo, inédito, foi escrito durante a tarde de hoje, na história do RAP NACIONAL. O rapper, compositor, poeta e geógrafo Renan Inquéritolançou, via twitcam, seu primeiro livro de poesias, intitulado #PoucasPalavras. Clique aqui para ler a matéria completa Rapper Preto Will sofre racismo na estação do metrô Campo Limpo O rapper e ativisita cultural Preto Will, do grupo Versão Popular e membro da Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia) foi vítima de uma agressão física no final da tarde no metrô Campo Limpo – SP.

A #MUDANÇA em #PoucasPalavras. É assim mesmo, com hashtags do microblog twitter, que o grupo INQUÉRITO anuncia o próximo trabalho: um videoclipe que homenageia a atual cena literária do país. Clique aqui para ler a matéria completa Músico cearense faz trabalho de prevenção ao HIV Musicando o sentimento e poetizando a vitória, o músico, poeta e produtor Felipe Rima embarca no próximo dia 1/11 para Buenos Aires, na Argentina, onde apresenta um workshop do seu mais novo trabalho, o disco “Entre o Batuque do Coração e a Poesia da Vitória”. Clique aqui e leia a matéria completa Clipe do músico RAPadura é parte de documentário sobre Rap e regionalidade Hoje o músico nordestino RAPadura lança o videoclipe “Norte Nordeste me Veste”, com direção de Vras77, gravado em Canudos e Salvador – BA e que mostra as peculiaridades do sertão brasileiro, na mistura do coco e embolada com o ritmo e a poesia.

Cooperifa comemora 10 anos de intervenção cultural na periferia Há 10 anos surgia o sarau que se tornaria um dos mais conhecidos em todo Brasil. Dentro de um bar – Zé Batidão – no extremo sul de São Paulo, nascia a Cooperativa Cultural da Periferia (Cooperifa), um movimento que realiza saraus, distribuição de livros, debates, shows e compartilha da efervescência cultural que acontece nas quebradas paulistanas e influencia ainda os saraus e movimentos Brasil afora. Clique aqui para ler a matéria completa Zé Brown grava clipe no centro de São Paulo São Paulo, SP – De Pernambuco a São Paulo, estranhando a temperatura de pouco mais de 15ºC em pleno domingo de manhã, o músico nordestino gravou o videoclipe da música “Desafio Zé x Léo” do CD Repente Rap Repente.


RESENHAS

Além de ser jornalista cidadã, Jéssica Balbino é bastante ligada a comunicação da periferia e a toda produção que acontece às margens da sociedade. Por isso, dedica-se a ler, pesquisar e entender a produção literária. Mais do que isso, dá espaço aos autores, com uma coluna de resenhas sobre Literatura Marginal no site Central Hip-Hop. Para ler as resenhas de 2012, acesse direto os links abaixo ou vá rolando esta página. Boa leitura ! Libido em foco Ousadia marca o romance "O Hip-Hop Está Morto" Um Retrato Fiel do Morro Santa Marta Os mesmos no mundo A Rainha do Cine Roma Eu, Tu, Elas Nos ouvidos: como música Amigos? Olha, da minha parte é 100 mágoas Te Pego lá dentro Urbanidade em grafias Ferréz - Cronista de um tempo ruim "Hip-Hop: Dentro do Movimento", de Alessandro Buzo Um Retrato Fiel do Morro Santa Marta.


LITERATURA

Jéssica Balbino começou na literatura ao mesmo tempo que começou na vida. Na infância e adolescência, se refugiou nos livros, que, mais tarde, fariam parte de sua trajetória. Abaixo, um pouco da produção literária: Poetas do Sarau Suburbano Convicto - Ritmo e Poeisa (Ponteio, 2011).

O livro “Poetas do Sarau Suburbano – Ritmo e Poesia” tem curadoria do Alessandro Buzo e nasceu dos saraus realizados na Livraria Suburbano Convicto, no Bixiga, em São Paulo – SP. Com prefácio de Tubarão DuLixo, traz nomes de veteranos, de pessoas de outros saraus e de estreantes.


TRAFICANDO CONHECIMENTO (Ed. Aeroplano, 2010)
O livro conta a história de Jéssica Balbino e da sua luta e amor pelo hip-hop. O livro propõe um olhar livre de preconceitos para a periferia. Como diz a autora, o interesse pela arte e cultura plantados na infância e na juventude produz as árvores de um futuro sem massacres cotidianos. Traz no prefácio o poeta e criador da Cooperifa, Sérgio Vaz. A escritora se apropriou do elemento “conhecimento” para apresentar a cultura como instrumento de transformação em uma sociedade e valorizar a arte que parte do povo para o povo. Ela apresenta, no livro recheado de fotografias e boas histórias, a mescla da pesquisa com a vivência. A informação é um instrumento utilizado na prática por Jéssica Balbino, que fala de conhecimento com propriedade. O ato de repassar o que aprende por prazer e por vontade de vencer a transformou em uma traficante de conhecimento. Clique aqui e leia resenha do escritor Alessandro Buzo Clique aqui e leia resenha do escritor e rapper Marcão Baixada (Enraizados) Clique aqui e leia resenha do escritor e agitador cultural Bruno Veloso (Periferia Invisível).


Hip-Hop – A Cultura Marginal (Independente, 2006) 
 escrito por Anita Motta e Jéssica Balbino para o TCC do curso de Comunicação Social - Jornalismo do Unifae “Paz, amor, união e diversão”, essa é a proposta do livro Hip Hop – A Cultura Marginal, que é, o tempo todo, fiel a história do hip-hop no Brasil e no mundo. Com uma linguagem jornalística das grandes reportagens, clara, doce, dinâmica, eficiente, coloquial e informativa, marcada por histórias singulares com uma riqueza de dados surpreendente. Definitivamente é um livro que traz o retrato de uma cultura urbana, emergente das classes populares das metrópoles. Uma verdadeira aula de hip-hop, que já começa no título, nos fazendo questionar, que cultura é essa? Que marginal é esse? Esta obra contribui, inegavelmente para dar mais visibilidade a uma cultura que carrega em sua face, o olhar do preconceito, da ignorância, da desigualdade e da exclusão a partir daqueles que desconhecem, rotulam ou ignoram. Clique aqui para fazer download gratuito do livro "Hip-Hop - A Cultura Marginal".


Pelas Periferias do Brasil (Vol. 1) 

esgotado O primeiro volume de uma série até o momento com quatro edições. Lançado em 2007, reuniu 13 autores de sete Estados brasileiros sendo que Jéssica Balbino foi a única mulher de Minas Gerais a participar, integrante a obra que nesta primeira edição teve apenas duas participações femininas. Organizado por Alessandro Buzo, a proposta do livro foi a de mostrar que “periferia é periferia em qualquer lugar” e ao reunir nomes como Jéssica Balbino, GOG, Nelson Maca, Renan Inquérito, Michel da Silva, entre outros, fez história na literatura marginal brasileira, trazendo a tona grandes escritores das periferias brasileiras.








Hip-Hop: De dentro do Movimento (Alessandro Buzo, Ed. Aeroplano, 2001) 
O livro de Alessandro Buzo lançado em 2011 é mais uma parte escrita do hip-hop no Brasil, com mais de 70 entrevistas, uma delas é um depoimento de Jéssica Balbino sobre o hip-hop e o que ele representa para a periferia. Na obra, Buzo confronta a declaração otimista da jornalista com a do fundador da Central Única das Favelas (Cufa), Celso Athayde, o que confere a ela um grande peso jornalístico.








Poesias para o Trabalho (Independente, 2010)
Trabalhar nem sempre é fácil. Para a maioria dos brasileiros, a escravidão ainda é bastante presente e a senzala só mudou de nome: empresa! Por isso, o pessoal do projeto Literatura Suburbana lançou o livreto “Poesias para o Trabalho” em maio de 2010, com participações de vários autores da periferia, de muitos Estados brasileiros, entre eles, Jéssica Balbino, representando Minas Gerais.


#PoucasPalavras “Se a história é nossa, deixa que „nóis escreve (...). 

Poucas Palavras é mais um capítulo na história do hip-hop brasileiro. Retalhos de uma cultura efervescente, é mais uma obra da literatura considerada divergente, periférica, marginal. Curto, disparado e com efeito, passeia por trechos de músicas, pequenas frases, poesias concretas e poemas inéditos do MC, compositor, poeta e geógrafo Renan Inquérito. Nesta obra, Jéssica Balbino teve o papel de colaboradora, contribuindo desde a concepção do livro, o formato, o título, passando pela organização das poesias, fotografias e temas, cuidando, ainda, posteriormente, da comunicação e assessoria da obra. Clique aqui e conheça o projeto #PoucasPalavras.

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