quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Cine Clube Câmbio Negro




Sexta feira 10/08 em Samambaia será inaugurado o tão sonhado e esperado CineClube Câmbio Negro, onde ocorrerão semanalmente mostra de filmes e debates.

Programação:
Inauguração do Cine Clube Câmbio Negro
Data: 
10/08
Horário: 
19h30
Local: 
Espaço Samambaia Poética – Qr 120, conjunto 18, casa 02 – Samambaia Sul
Resumo:
O CineClube Cambio Negro acontece sempre nas sextas-feiras e são mostras de vídeos e documentários, seguidos de palestras e debates com a comunidade Hip Hop e a Juventude de Samambaia.
Realização: 
Coletivo ArtSam e Aborígine
Informações:
 (61) 9602-6711 ou acesse http://coletivoartsam.blogspot.com.br


domingo, 5 de agosto de 2012

RAPensando - Novos Sons do Rap

RAPensando



O projeto RAPensando - Novos Sons do Rap, na sala Funarte Cássia Eller, trouxe um mix de shows com artistas do rap DF e nacional, seguindo até o mês de setembro de 2012. Reuniu artistas como Diga How (DF), Flora Matos (SP), Ataque Beliz (DF), Lindomar 3L (MG/SP), Rapadura (DF), 3UMsó (DF), Mc´s da batalha do conhecimento (MC Logri, MC Coé, MC Sant, Jota MC, MR Break e MC Marechal - RJ x MCs Ahoto, MC Mocotó, MC Zen, MC Naui e MC Yank - DF), MC Marechal (RJ), Zé Brown (PE), ainda,  Dino Black (DF), e uma palhinha do show de Mc Leonardo, fazendo geral relembrar o funk social, que empolgava os jovens na década de 90.















Fotos por: Luana Euzébia, http://ocupacaocassia2012.blogspot.com.br/

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

POESIA FEMININA

E mais uma vez as mulheres do Hip Hop DF nos orgulhando!

 
País minha pátria 

Venham a historia está no ar
Não precisa se calar saia pra fora veja o que acontece
Se expresse, sei que tem muito a contar.
Meu País não dá mais pra acatar, somos ricos demais para pobre estar
Tenho orgulho de ser brasileiro, mas não pelos meus governantes
E sim pelo povo que não desiste, que com essa ingenuidade resiste
Há quem acorda pra roubar.
Pátria amada, tua riqueza é desigual,
Só é linda em comercial, porque no real
Muitos passam mal.
Monumentos parados são exaltados
Criança chora conhecendo a fome
Suprir as dores é necessário
E a culpa é de quem?
Do pai que teve que roubar? Da criança que começou a traficar?
Da mulher que vende seu corpo? Não!
A culpa é sua governante que tira tudo que temos e se esconde atrás
De uma falsa ordem, que só trás nosso regresso.

GLEICE KELLY






segunda-feira, 23 de julho de 2012

Homenagem ao Rap brasiliense, por Alan Soares.

Homenagem ao Rap brasiliense



Vídeo feito por Alan Soares, homenageia o rap do DF:




QUERIA AGRADECER A TODOS QUE DE UMA FORMA OU OUTRA AJUDARAM NA CRIAÇÃO DESSE PEQUENO VÍDEO SOBRE O RAP BRASILIENSE. UM SALVE Á: MARKÃO ABORÍGINE, TRIBO DA PERIFERIA, HANDRIELL-X, ATITUDE FEMININA, LITERATURAS DO RAP, DJ RAFFA, LEO MAVERICK, JAPÃO VIELA, COMUNICAÇÃO RACIAL, NOVO CENÁRIO, PREGADORES DA PAZ ENTRE, OUTROS. É UM VIDEO COM MUITA HUMILDADE MAS FEITO DE CORAÇÃO!
 PRODUÇÃO: RAP BRASILIA TV 12
MANDE SEU SOM MANDE PARA O EMAIL:
 RAPBRASILIATV12@GMAIL.COM (letras minusculas) 


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Dr. Paulo - Resistência e postura







Mais um lançamento do rap do DF: 

RESISTÊNCIA E POSTURA.

Um som que fala de discriminação racial, resistência e

postura é para mostrar a força do povo preto e falar 

pra elite que estamos vivo.
 
Primeiro som do primeiro CD solo do DR. PA
ULO... 

daqui pra frente a chapa vai esquentar!

Por: Dr.Paulo


paRAPensar: As guerras das mulheres

paRAPensar: As guerras das mulheres

É preciso bater nas mesmas teclas. Relevar os problemas sociais que envolvem as mulheres brasileiras. Temos o compromisso de discutir tais assuntos e ampliar nosso conhecimento, para que o nosso trabalho com o rap seja cada vez mais forte.
Por: Looh.


 

Três fatos que expressam as péssimas condições de vida das mulheres na sociedade brasileira, serão expostos nesse post afim de que voltemos mais uma vez nossa atenção à essas problemáticas. Um deles é sobre o tráfico de mulheres do Brasil para inúmeros países, especialmente para à Europa, com o objetivo de transformá-las em prostitutas. 

As oportunidades de emprego oferecidas pelos aliciadores à essas mulheres, jovens, inúmeras vezes crianças, que prometem gordos salários em euros e doláres, seduzem-nas em seus países de origem, onde vivem destituídas dos seus direitos mais básicos como cidadãs. Uma das principais causas do tráfico de pessoas é o abismo sócioeconômico existente entre os países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento e os desenvolvidos, discrepância intensificada pela globalização recente. A corrupão de funcionários públicos que facilitam o tráfico pelas fronteiras e a ineficiência ou morosidade do judiciário no julgamentos dos casos e na punição dos culpados, além da emigração sem documentação que também fortalecem a viabilidade do crime.



Outro fato, relata o funcionamento das casas-abrigo mantidas por ONGs e pelo Estado, reservados para mulheres vítimas de violência doméstica. Durante muito tempo a sociedade procurou esconder esse problema e demorou em definir políticas públicas ao necessário esquema de proteção. Para escapar da violência de maridos e companheiros, as mulheres precisam juntar coragem para mudar de vida e muitas estão seguindo este caminho.

É preciso ajudar estas mulheres a começar uma vida nova. O fenômeno da violência contra a mulher assume facetas cada vez mais graves, com a agressão a terminar muitas vezes num homicídio, explicou a presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, à saída do encontro. "A melhor forma de combater este problema é reforçar a sua visibilidade. Assim mais vítimas terão coragem de denunciar", considera Elza Pais.


O último, escancara o círculo vicioso de um sistema montado para enganar cidadãos e consumidores: são os serviços de call center, telemarketing e de atendimento dos clientes de grandes empresas de telefonia, bancos, cartões de crédito e de saúde privada. Elas contratam empresas terceirizadas que funcionam como senzalas no mundo neoliberal eletrônico, com métodos de trabalho próximos da escravidão. Mais uma vez as mulheres trabalhadoras formam o grande exército da super exploração.

Com o tempo, os Sac´s proliferaram e tornaram-se (sub) empregos. Hoje há milhares de trabalhadores que atuam nesses serviços, e perto de outros segmentos, a oferta é espantosa. Com pouca ou nenhuma exigência de experiência, um exército de pessoas corre em busca das vagas. A maioria delas são vítimas do desemprego ou jovens em busca do primeiro trabalho. Nas centrais, todas terceirizadas, os atendentes passam por diversas provações, desde duras restrições quanto as pausas, até mesmo transmitir procedimentos absurdos aos clientes. Tudo isso sem falar nos salários baixos. Tão vítimas quanto os que aguardam na linha pela resolução de problemas são os que mal pagos e extremamente pressionados, tentam solucionar as centenas de casos que chegam nas centrais de atendimento todos os dias. Enquanto se preocupa com o problema não resolvido, grande parte da população descarrega sua raiva no atendente da central telefônica, umas das menores e mais mal remuneradas peças do complexo sistema de um call center. 

Fonte: Revista Caros Amigos, com adaptações.

Essa é uma guerra não apenas das mulheres, mas de todos nós: superar as situações de violência e degradação humana.